A revista Época Negócios deste mês dedicou uma página inteira (link para assinantes) à netnografia (Netnography), nome dado aos estudos sobre o comportamento dos internautas em blogs e comunidades virtuais.
O pai do termo, o americano Robert Kozinets, professor de Marketing na Universidade de York, no Canadá, foi um dos primeiros a perceber que o comportamento das pessoas muda na rede. Em 1996, Kozinets criou seus métodos de avaliar e analisar essa conduta – o que algumas empresas começam a fazer hoje, ao monitorar a imagem de marcas na web e descobrir o que pensam e desejam seus clientes e consumidores.
Na era da web 2.0, esse trabalho torna-se tão necessário quanto desafiador. Afinal, interpretar opiniões de internautas nos mais variados espaços da rede pode ser perigoso: cada comunidade tem sua cultura, cada site tem um público, cada público tem uma linguagem e assim por diante.
Nas palavras do próprio Kozinets, “o mundo real está se tornando cada vez menor com a facilidade de se achar e se criar comunidades sobre os mais diferentes assuntos”. E esse mundo começa, cada vez mais, a exigir atenção especial das empresas (leia os próximos posts, com alguns exemplos de ações diante deste cenário). Às vezes pode estar lá, nas entrelinhas da World Wide Web, a resposta para muitas questões que ficam em branco dentro das corporações.
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Cada vez mais se cria mais alternativas e nichos… bem interessante… video do Rafinha explica a Web 2.0 que tem no youtube fala bem sobre isso.
bjaum Bruninha!!!
Tão novo, diferente, inovador e ao mesmo tempo desafiante. Não sabemos e ao mesmo tempo temos experiência de sobra com isso. Somos os donos e os clientes das marcas. E de tão paradoxal que é, acaba sendo apenas reflexo de nós mesmos.