Exclusividade?

Essa semana a notícia sobre o interesse de Mark Zuckerberg (criador do Facebook) vender informações pessoais de sua plataforma para as empresas, despertou uma discussão muito interessante sobre o valor das redes sociais.

Zuckerberg demonstrou ao público do Fórum Econômico Mundial, em Davos, como a rede de relacionamento pode ser usada para pesquisar grupos específicos de usuários. “Descobrir nichos e escolher o público alvo é um dos benefícios que a rede social pode trazer com resultados muito rápidos”, disse.

Além disso, até o humor do usuário pode ser acompanhado, assim como todos os seus passos na internet. Com esses dados em mãos, as empresas teriam parte do controle da situação podendo até escolher qual publicidade veícular para determinado usuário.

É o máximo da customização.

Beneficio ou malefício? Essa é a pergunta que paira no ar. Até que ponto essa iniciativa afetaria a vida do internauta que tem como pretensão apenas se relacionar? A decisão de Zuckerberg pode apresentar uma reação em cadeia nesses ambientes.

Imaginem se o Orkut resolvesse aderir à essa moda?

Por enquanto nada está acertado, porém só a especulação já foi o suficiente para gerar um buxixo ao redor do assunto na internet.

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