MSports no programa Leitura da Semana, da Rádio Mega Brasil

Luís Ferrari, gestor da MSports, concedeu uma entrevista ao programa Leitura da Semana, da Rádio Mega Brasil, no último dia 13. A conversa foi sobre a agência de comunicação e marketing esportivo doGrupo Máquina, que vai ser oficialmente lançada no Congresso Mega Brasil de Comunicação, dia 24 de maio.

Para ouvir toda a entrevista, selecione o link “13/05/2011” no endereço: http://www.jornaldacomunicacao.com.br/audios1_1024_2_ls.asp

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Empreendedorismo: o que Israel tem para nos ensinar?

 

Por Naiara Bertão

Em palestra para empresários brasileiros em São Paulo no dia 2 de maio, o escritor e jornalista Saul Singer falou sobre os motivos pelos quais Israel é referência em número de empresas start up (iniciantes) e como a cooperação entre diferentes países pode fortalecer seu índice de empreendedorismo.

Durante toda a palestra e nas páginas de seu livro “Start Up Nation – The History of Israel’s Economic Miracle” (“Nação Empreendedora, o milagre econômico de Israel e o que ele nos ensina”, versão em português), Saul Singer tenta responder uma única pergunta: como é possível Israel ser um país tão empreendedor em um quadro tão adverso (apenas 62 anos de existência, cercado de inimigos e em constante estado de guerra)?

Singer apontou a cultura como principal aspecto que levou o país a figurar entre as primeiras posições no ranking de empreendedorismo mundial. Segundo o jornalista, o espírito inovador é um dos diferenciais de Israel.

“Em Israel, crianças aprendem desde pequenas a serem líderes, a serem criativas e improvisarem, se necessário. Isso tem ligação com a cultura do país, com sua história de imigração, de ter que construir o país e estar sempre assumindo riscos”, explica o jornalista no evento, organizado pela Câmara Brasil-Israel de Indústria e Comércio.

Segundo Singer, o governo teve um papel importante no fomento ao empreendedorismo, tanto na questão de legislatória (em Israel, uma empresa falir é considerado comum e o trâmite legal para sua liquidação mais fácil que em outros países), quanto na injeção de recursos propriamente dita. O governo israelense foi um dos principais investidores dos fundos de venture capital no país e, posteriormente, venderam suas fatias para grupos privados.

O escritor também vê a troca de experiências de Israel com de outros países um importante meio de constante aperfeiçoamento do mercado de venture capital.  “Israel precisa aprender com o Brasil como lidar com mercados grandes, internacionais, como a experiência brasileira na área”, concluiu o palestrante.

Grupo Máquina PR na Apple Store

 

Por Renato Filipov

O Grupo Maquina PR mais uma vez inova e é o pioneiro no Brasil a ter aplicativos corporativos estratégicos para comunicação licenciados diretamente com a Apple.

A partir de hoje a “loja” Maquina PR na AppStore está no ar, possibilitando que os produtos de comunicação feitos para os clientes como revistas corporativas, relatórios sociais e financeiros e newsletters, sejam disponibilizados para iPads e iPhones.

Os aplicativos unem a mais inovadora tecnologia de leitura e acesso móvel, com a excelência e o conhecimento em negócios, comunicação e gestão de reputação e imagem do Grupo Máquina. Os projetos são desenvolvidos por nossa equipe própria de TI.

Para acessar mais esse canal, busque pela palavra “Maquina PR” dentro da AppStore e vão aparecer as revistas criadas para o Instituto Camargo Corrêa . Ou se você tiver o iTunes instalado, basta seguir esse link para visualizar a “home page” do nosso canal da AppStore: http://itunes.apple.com/us/artist/maquina-pr/id434832766

Dentro de poucos dias outras diversas publicações estarão disponíveis também, acompanhe o nosso canal constantemente pois muitas novidades estão por vir!

Máquina realiza pesquisa sobre veículos mais influentes para executivos

Por Naiara Bertão

Com o objetivo de identificar quais as principais fontes de informação dos executivos brasileiros este ano, o Instituto Máquina de Pesquisa, braço do Grupo Máquina, ouviu 262 empresários de 94 companhias, que somadas representam um faturamento de quase R$ 500 bilhões.

Diferentemente do que foi revelado na pesquisa anterior, de 2008, o veículo que mais influencia tais executivos é o jornal Folha de S.Paulo, seguido pelo O Estado de S. Paulo, publicação que anteriormente ocupava o primeiro lugar. A medalha de bronze do ranking pertence ao Valor Econômico, jornal focado em assuntos econômico-financeiros.

Impressos X Online

Outro ponto destacado na pesquisa do Grupo Máquina foi a relevância dos veículos impressos (jornais e revistas), que são preferidos por 36% dos entrevistados. Porém, em comparação com os dados de 2008, é perceptível uma queda nessa porcentagem: na época, 56% dos executivos ouvidos haviam apontado os meios impressos como os mais influentes.

Isso acontece porque o acesso da versão online desses meios impressos tem crescido, uma vez que quando somadas as preferências pelos jornais/revistas e seus portais, a porcentagem de relevância sobe para 64,8%.

No segmento de sites e agências de notícias, o G1 está em primeiro no gosto dos executivos, enquanto o UOL e a Folha.com ocupam a segunda e terceira colocações. Já na categoria rádio/TV, a CBN e o Jornal Nacional são os mais influentes.

A pesquisa

Durante os dias 10 de março a 6 de abril, a equipe do Instituto Máquina de Pesquisa pediu a executivos brasileiros de diversos ramos de atividades que votassem nos três veículos que consideravam mais influentes, em ordem de importância.

Marketing Esportivo no Brasil: Da tática à estratégia

 

Por Luis Ferrari

Palco paulista da Copa do Mundo de 1950, o estádio do Pacaembu foi sede ontem de um evento que debateu oportunidades de negócios em virtude dos megaeventos esportivos que acontecerão no Brasil nos próximos anos.

Os quatro painéis da quarta edição do Fórum de Marketing Esportivo, promovido pela Associação Brasileira de Anunciantes, reafirmaram as oportunidades ímpares que se apresentam com a associação das empresas ao esporte e, principalmente, deixaram claro que o mercado brasileiro está diante da possibilidade de passar da tática à estratégia quando o tema é patrocínio esportivo.

O raciocínio foi explicitado por José Carlos Brunoro, presidente da Sport Strategy, com a autoridade de quem dedicou a vida toda ao esporte e encabeçou a primeira gestão de departamento de futebol no Brasil pautada por critérios do mundo corporativo, no elo entre Palmeiras e Parmalat no início dos anos 90.

O executivo traçou um breve panorama de como tradicionalmente eram realizados os investimentos em esporte pelo setor privado –ações pontuais, fruto de um interesse particular de um empresário em determinada modalidade– e apontou diretrizes para um desenvolvimento orgânico dessas ações. Em resumo: o interesse em investir em esporte precisa migrar da vontade da pessoa física do empreendedor para o planejamento estratégico da pessoa jurídica que ele controla, num ambiente de profissionalismo crescente.

Esse tipo de conceito, no Brasil, é aplicado por grandes corporações multinacionais, caso da Nike (representada no painel de abertura por seu diretor de comunicação, Mario Andrada), ou por empresas controladas pelo governo federal.

Claudio Thompson, gerente de patrocínio esportivo da Petrobrás, Francisco Wander da Silva, assessor sênior de marketing e comunicação do Banco do Brasil, e Graziela Cavaggioni, chefe do departamento de comunicação estratégica dos Correios, ao reportarem a experiência de décadas das empresas que representam com o esporte coincidiram ao apontar que a transferência dos atributos positivos inerentes ao esporte para as marcas é um fenômeno que só se verifica mediante uma estratégia estruturada e de longo prazo.

Ações pontuais surtem resultados pontuais apenas. Já o envolvimento orgânico do Banco do Brasil com o vôlei brasileiro eleva a marca da instituição de tal maneira no imaginário do torcedor, que uma pesquisa aponta sua marca como a terceira mais lembrada pelos fãs do basquete nacional. “E isso sem o banco nunca ter investido um tostão no basquete. É claramente um ‘efeito rebote’ da ação no vôlei”, comentou o representante do BB.

Não é um caso isolado. Os Correios experimentam a mesma situação entre os fãs de vôlei. A empresa, que patrocina esportes aquáticos, tênis e futsal, tem a marca lembrada também pelos fãs de vôlei.

 O choque de profissionalismo que o mercado atravessa atinge também os principais atores desse espetáculo, os atletas. Marcus Vinícius Freire, superintendente executivo de esportes do Comitê Olímpico Brasileiro e medalhista de prata no vôlei masculino em Los Angeles-1984, apresentou detalhes do programa de preparação do Time Brasil visando a Olimpíada do Rio em 2016. Além de narrar o esforço do comitê no desenvolvimento de atletas, técnicos e equipes multidisciplinares para buscar mais medalhas, ele revelou que, pela primeira vez em sua história olímpica, a delegação brasileira tem uma meta objetiva de performance: ficar entre os dez países com mais medalhas.

Mas o fórum não foi palco apenas de concordâncias. A questão dos naming rights provocou polêmica no último painel da jornada, que contou com Marcelo Pacheco, diretor comercial da ESPN, Juca Silveira, diretor de planejamento da Band TV, e Sergio Lopes, VP comercial do Esporte Interativo.

Nos debates ao longo do dia, os representantes das empresas manifestaram ceticismo quando indagados sobre o assunto, calcados no diagnóstico de que a efetiva ativação e valorização dos naming rights passa pela mídia efetivamente “comprar” a estratégia, divulgando no ar os nomes das marcas patrocinadoras.

Os representantes das emissoras, à exceção de Lago, não foram tão aderentes à idéia. Enquanto Pacheco reconheceu que é um tema polêmico, objeto de debate interno na ESPN, e que a empresa já faz um teste no caso da “Copa Kia do Brasil”; Silveira argumentou que a menção no ar aos nomes das marcas é algo que deve ser negociado diretamente entre marca e emissora, pois as organizações de mídia não devem divulgar os titulares dos naming rights meramente por um acordo firmado entre eles e os donos das praças desportivas.

Android: o robozinho do Google vem com tudo

 

Por Renato Filipov, Diretor de Tecnologia do Grupo Máquina. Texto publicado na Revista Moeda Viva, ed. 22.

O mercado de telefonia celular é um dos que mais cresce em toda a economia mundial, há anos. Hoje já temos mais aparelhos celulares em circulação no Brasil do que habitantes, segundo a Anatel – claro que crianças e povos distantes (como aldeias indígenas, por exemplo) não possuem aparelhos, o que indica que muitas pessoas possuem dois ou mais celulares em mãos.

Ligado nesse mercado superaquecido, a empresa mais valiosa do mundo, o Google, também resolveu se mexer e investir pesado, tão pesado que abalou o segmento em menos de dois anos. Como de costume, tudo o que o Google faz merece especial atenção, e essa cartada também não foi diferente.

Assim como a Apple sacudiu o mercado com o lançamento do seu iPhone 3G em 2008, a resposta veio em seguida, porém com outra ideologia. Enquanto a maçã de Steve Jobs era desejada nos lares de todos por ser um celular moderno, diferente, bonito e com forte ação de marketing, o robozinho Android de Larry Page, Sergei Brin e cia. avançava em outra direção. Ao invés de criarem um aparelho eles investiram em um sistema operacional para celulares, usando princípios antigos mas totalmente novos nesse ambiente móvel.

Um sistema operacional (OS) para celulares é como o Windows ou Linux são para os computadores. Por muitos anos a Microsoft dominou esse mercado com o seu Windows Mobile (nos smartphones), enquanto a Nokia nadava de braçadas com o sistema Symbian nos celulares mais simples. Mas esse cenário está mudando radicalmente com a entrada do Apple iOS e Google Android na briga. Em pouquíssimo tempo (final de 2010) o Android já assumira a segunda posição, e em 2011 ele já é líder do mercado mundial de smartphones:   

Junho/2010

 

Abril/2011

 

O princípio utilizado e a principal diferença do Android é que ele é um sistema aberto, gratuito, livre para qualquer programador modificá-lo seguindo os paradigmas do mundo “open source”, assim como tudo é no Google: grátis, fácil e extremamente eficiente. Ao invés de venderem um celular, sua ideia é conquistar mercado com esse apelo e, dessa forma, vários fabricantes podem utilizar essa plataforma em seus aparelhos. Você pode ter um celular Motorola, Samsung, HTC, SonyEricsson, LG e muitos outros com Android, enquanto para ter o iOS da Apple só é possível compando um iPhone. Isso também contribui para o crescimento exponencial do simpático robozinho verde do Google.

Além dessas vantagens, a maior delas ainda está por vir: como utiliza uma plataforma aberta, os desenvolvedores de programas também costumam seguir a mesma lógica e criam programas mais facilmente e a custos baixíssimos, muitas vezes gratuitos também.

É interessante ver a integração que ocorre com os serviços oferecidos pelo Google. Basta inserir o seu e-mail e senha para que todos os produtos usados no PC venham à palma de sua mão: GMail, Google Maps, fotos do Picasa, vídeos favoritos do YouTube, tradução de textos online, ferramentas colaborativas e muitas outras. Mas isso tudo tem um preço: o uso de internet é bastante alto e, nesse caso, é recomendado contratar um plano de dados bem generoso junto a sua operadora de telefonia móvel.

Há vantagens e desvantagens em todos os cenários. Apesar de ser fácil e democrático criar aplicações para o Android, a execução de jogos ou aplicativos mais elaborados ainda fica devendo um pouco em relação ao iOS do iPhone. Porém, por não limitar o proprietário em nada (a Apple possui políticas muito agressivas e restritivas em relação ao seu sistema), além de abrir páginas de internet com Flash e outros recursos não suportados pelo iPhone, a tendência é que tenhamos cada vez mais adeptos e fãs do novo sistema do Google a cada momento. Se hoje falamos muito de iPad, iPod, iPhone e outros “is” por todo lugar, em pouco tempo teremos que nos preocupar também em entender e pertencer a esse novo universo móvel do Google. É uma briga saudável e que nós – consumidores, desenvolvedores ou empresários – só temos a ganhar.