Máquina patrocina a Cásper Líbero no JUCA 2011

A Máquina PR esteve presente nos Jogos Universitários de Comunicação e Artes (JUCA), evento esportivo realizado entre os dias 22 e 26 de junho, em Caçapava (SP), e que reuniu sete das maiores faculdades de comunicação e artes do Estado de São Paulo. Esse ano a agência patrocinou a Faculdade Cásper Líbero, que foi campeã geral dos Jogos pela primeira vez em 18 anos. A Máquina PR teve sua marca exposta nas camisetas de cerca de 1.300 alunos e convidados que participaram do JUCA pela Cásper, além de ter distribuído materiais de divulgação customizados especialmente para a Faculdade, como adesivos e cartões postais.

Confira a cobertura do JUCA 2011:

 

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Lançamento do livro “Comunicação Corporativa”

Maristela Mafei e Valdete Cecato lançaram na última segunda-feira, 13, o livro “Comunicação Corporativa – Gestão, Imagem e Posicionamento”. Amigos e convidados estiveram presentes na Livraria Cultura do Conjunto Nacional para a noite de autógrafos. Confira algumas fotos do evento.

Créditos: Fernando Godoy – Glamurama

 

Maristela Mafei – autora do livro

Valdete Cecato – autora do livro

Emanuel Neri – Telefônica

Luiz Henrique Furlan – BRF

Antonio Jacinto Matias – Fundação Itaú Cultural

Letícia Queiroz – Endeavor

Servir os jogos ou servir o Rio por meio dos Jogos?

Por Luís Ferrari

Uma das primeiras ações que as autoridades da prefeitura do Rio realizaram depois de a cidade ter sido designada como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 foi marcar um encontro com o catalão Pasqual Maragall. Queriam lições do prefeito de Barcelona entre 1982 e 1997 para buscar exemplos da estratégia que fez de Barcelona-92 uma referência de como os Jogos Olímpicos podem mudar uma cidade.

“Vocês podem escolher entre servir os Jogos ou servir a cidade por meio dos Jogos. Nós preferimos a segunda opção”, ouviram do político espanhol.

“E o Rio também fez a mesma escolha”, contou na última semana Felipe Góes, membro da equipe do Prefeito Eduardo Paes desde janeiro de 2009 (acumulando cargos de Secretário Municipal de Desenvolvimento e Presidente do Instituto Rio 2014/2016, da Companhia Urbana de Desenvolvimento da Região Portuária, do Instituto Pereira Passos e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico).

Góes e Carlos Osório, secretário-geral da candidatura olímpica Rio-2016 e hoje secretário Municipal de Conservação e Serviços Públicos, participaram de debate promovido pelo Centro de Políticas Públicas do Instituto Insper de São Paulo –ocasião em que, além de lembrar bastidores da candidatura bem-sucedida, relataram a consulta a Maragall, o que já foi feito no sentido de implementar seu conselho e as oportunidades que a cidade oferece para novos negócios em meio a essa estratégia.

Eles narraram que há quatro linhas mestras na operação urbanística proposta para os Jogos Rio-2016: transporte, infraestrutura urbana, meio-ambiente e desenvolvimento social. As metas são ambiciosas. Elevar de 13% para 50% a população atendida por transporte de massa, revitalizar a região portuária e urbanizar todas as favelas são algumas delas.

Em todas essas frentes, há possibilidade de vínculo com a iniciativa privada para parcerias que têm como objetivo mudar a cara do Rio. E qual empresa não se beneficiaria de ter sua imagem associada a esse movimento de transformação?

Ou seja, as oportunidades olímpicas não são apenas ações diretamente ligadas aos atletas, às quadras, pistas e campos. Fundamental para um bom desempenho da delegação brasileira, o patrocínio esportivo é a face mais concorrida de capitalizar a onda esportiva do Rio.

Mas aproveitar o tsunami que a oportunidade de servir o Rio por meio dos Jogos pode ser tão –ou mais– vantajoso em termos de imagem que estampar o uniforme dos competidores brasileiros.

Social Media Brasil: debate, compartilhamento e troca de ideias

Por Lígia Bernar e Mirna Nóbrega

 

Após o alvoroço do primeiro dia de evento, com abertura e primeiro contato com as pessoas, o que sempre gera um bom networking, o sábado priorizou o compartilhamento de ideias.

A palestra sobre crowdsourcing e crowdfunding esclareceu como os dois modelos podem ser usados na estratégia de negócios das empresas utilizando um preceito básico da web: a colaboração. Enquanto o primeiro tem a ver com criação e a produção colaborativa de soluções e produtos, o segundo consiste na contribuição financeira para apoiar projetos.

As empresas podem utilizar os modelos para novos produtos e soluções de negócios ou então para analisar a repercussão de alguma iniciativa junto ao público para então investir nos projetos mais bem aceitos. O processo de construção coletiva permite a aproximação das empresas com o público e com os próprios funcionários, que passam a se sentir parte da construção da marca.

Já a palestra “Twitter e Facebook como forma de comunicação” começou com o questionamento: “E o Orkut?” O debate girou em torno da validade de manter estratégias voltadas para uma rede que ainda concentra um grande contingente de brasileiros, inclusive como plataforma de iniciação para um público considerável.

A palestra destacou ainda a necessidade de o planejamento de social media deve estar alinhado aos valores da empresa e ao planejamento da marca. Essa prática é adotada por empresas inovadoras, que colocam as mídias sociais na sua estratégia e orçamento.

O evento terminou com uma discussão sobre transmídia, que consiste em contar histórias utilizando várias plataformas, colocando o internauta na construção da narrativa.  A palestra ressaltou a importância do fã, que se identifica tanto com a marca a ponto de agregar essa característica à sua própria identidade. Cabe aos profissionais de mídia social pesquisar mais sobre esses defensores da marca e tratá-los com respeito. Não se deve encará-los como adolescentes que passam por uma fase. Ser fã não está vinculado à adolescência; não tem idade para ser fã.

O debate sobre Transmídia e os fãs deixou uma mensagem para os profissionais de mídia social: é preciso conscientizar o cliente a criar estratégias para os fãs, pois eles são um público fiel, acompanham as atividades por um tempo indeterminado e são certeza de lucro se o projeto for bem pensado e bem concretizado.

MWeb no Social Media Brasil 2011

 

Por Camilla Scavone e Giannedo Farinelli

 

O Social Media Brasil , maior encontro de profissionais de mídias sociais da América do Sul, aconteceu em São Paulo, na Fecomércio, nos dias 3 e 4 de junho. A equipe da MWeb esteve presente no evento para acompanhar as novidades sobre temas ligados a cultura e comunicação digital.

No primeiro dia do evento, a palestra sobre SAC 2.0 procurou mostrar como manter o controle de atendimento e não deixar a “bomba explodir”. Foi ressaltado que o Twitter não é SAC e não deve ser tratado como tal. Os novos meios de comunicação são baseados em relacionamento, ou seja, vão além de só atender ou resolver um problema; não se pode ter respostas prontas. É preciso ter informalidade e respeitar o espaço do usuário, que pode ser fiel a determinados produtos e marcas.

Ainda no âmbito das reclamações na web, a palestra sobre o site de atendimento ao cliente online ReclameAqui trouxe vários números que devem ser levados em conta para o planejamento estratégico na web 2.0: 98% dos consumidores são extremamente honestos em suas queixas e 57% deles afirmam que o utilizam como canal oficial.

Hoje há um novo perfil de consumidor, e é evidente a tendência de as reclamações saírem “do 0800” e irem para a internet. Um dado que mostra isso é o fato de que 12% dos internautas são crianças entre 6 e 14 anos. No futuro, esse público não utilizará telefone, e-mail, ou outra forma para registrar o problema.

As empresas estão sujeitas a tudo quando expostas no mundo digital e um dos pontos mais preocupantes é uma possível crise, que acaba influenciando imagem, clima organizacional, estabilidade da produção e relacionamento com diferentes públicos. Porém, o fator mais impactante durante uma possível crise de imagem é a confiança do cliente em relação à marca. Para isso, existem a gestão e o gerenciamento de crise.

As redes sociais formam o palco da opinião pública. A crise deve ser contida ou minimizada o quanto antes e é importante ter um posicionamento imediato nas redes sociais e na imprensa tradicional. O silêncio e a falta de posicionamento geram uma crise também.

Não existe um manual de como proceder no ambiente web, mas transparência e agilidade são essenciais.