Happy Hour Brasil promovido pela Embratur é sucesso no Pan

 
 
Foto: Edgar Madrigal

  

Por Alice Watson

 

No último dia 18, durante os XVI Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, a Embratur realizou por meio do Grupo Máquina e do Grupo Latin o “Happy Hour Brasil”, uma ação de relacionamento  voltada para jornalistas estrangeiros e formadores de opinião . O evento contou com a presença de aproximadamente 350 jornalistas, além de representantes do Governo do Estado de Jalisco e do Comitê Organizador do Pan, que ofereceu um apoio fundamental para a realização deste job.

 

A ação começou a ser planejada em julho e, em agosto, a Máquina foi a Guadalajara fazer uma visita técnica para escolher o local, contatar alguns fornecedores e buscar o apoio do Comitê Organizador. Após a aprovação da Embratur, a Máquina em parceria com a agência Latin Promo, braço de promoção do Grupo Latin, responsável pelo conceito criativo da festa, implementou a execução e organização do evento. O paisagismo vanguardista do lugar selecionado para o “Happy Hour Brasil”, o Trasloma, deu o toque necessário para a decoração recriar um ambiente tipicamente brasileiro, com direito a projeções do Brasil e piso imitando o calçadão de Copacabana.

 

Foto: Edgar Madrigal

 

Para complementar o clima brasileiro, show de Bossa Nova na voz de Bebel Gilberto e delicioso jantar assinado pela renomada chef brasileira Alice Mesquita. O menu, elaborado exclusivamente para o evento, foi baseado em ingredientes das cinco regiões brasileiras e proporcionou uma inesquecível viagem gastronômica. O resultado final encantou os convidados e rendeu até elogios de Hortencia Marcari, diretora do Basquete feminino brasileiro, que achou o evento “maravilhoso”, a melhor casa Brasil que já esteve.

 

Na saída, os convidados tiveram uma surpresa ao encontrarem suas fotos, tiradas na entrada do evento, na capa da Revista Aquarela, entregue junto com um press kit da Embratur. O informativo feito especialmente para o Pan-Americano foi lançado no happy hour e, de hoje (27) ao dia 2 de novembro será distribuído no Aeroporto Internacional de Guadalajara.

 

Foto: Edgar Madrigal

 

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Recrutamento e Gestão de Jovens Talentos

 

Por Rachel Buzzoni

 

Até bem pouco tempo atrás, moças guardavam seus segredos em diários com chave e cadeado. Vez ou outra o deixavam aberto propositalmente para algum curioso descobrir seus desejos, ambições e sonhos. Se compararmos com os dias atuais, temos uma situação parecida dentro de redes sociais com a divulgação do perfil de moças expondo-se no Facebook, por exemplo, ou na timeline do Twitter.

Apesar desta sutil semelhança, os anos passaram, a época é outra e os jovens são outros. Compreender como eles se comportam, o que buscam para seu futuro, como assumem riscos e como entram no mercado de trabalho foi o tema da palestra realizada pela Endeavor Brasil no último dia 19 de outubro.

Com abertura da fundadora e presidente do Grupo DMRH, Sofia Esteves, o workshop sobre recrutamento e gestão de novos talentos mostrou aos empreendedores presentes o momento atual do mercado para contratação de jovens e o que eles têm valorizado na hora de escolher empresas para trabalhar.

Por um lado, o empreendedor precisa de gente qualificada e batalha com as grandes corporações na hora de selecionar novos talentos. Ao mesmo tempo, o jovem de hoje está cada vez mais aberto a assumir riscos e trabalhar em empresas e projetos inovadores, que causem impacto na sociedade e que tenham potencial de crescimento. Mas é preciso engajá-los da forma correta.

Para que isto seja feito, segundo Sofia Esteves, é importante ir além das ferramentas básicas de recrutamento e seleção, levando em conta também a capacitação técnica estratégica, as possibilidades e desafios do cargo além das características pessoais e competências do indivíduo / candidato.

De acordo com Sofia, quando a empresa consegue fazer brilhar os olhos, ela provoca uma satisfação no jovem extremamente positiva. É a partir desta experiência que ele apresenta bons resultados, adere à cultura e aos valores organizacionais.

Engajá-los num projeto a longo prazo pode parecer difícil, mas segundo Rogério Chér, que responde pela Empreender Vida e Carreira, é preciso levar em consideração que para os jovens uma organização pode se tornar uma escolha de vida e carreira, não apenas uma oportunidade de curto prazo. Ou seja: a empresa deve sempre demonstrar para o jovem que ele tem desafios e oportunidades para vivenciar a todo instante.

No entanto, é preciso também ter em mente que por mais atrativa que seja a proposta, a organização deve ter um equilíbrio entre retenção e engajamento, entendendo o que traz de fato a felicidade no trabalho, compreendendo ainda como a autonomia, a excelência e o propósito são motivadores para esses jovens talentos.

Para saber mais sobre a pesquisa realizada pela Companhia de Talentos, acesse o site http://www.ciadetalentos.com.br/

Entenda também o trabalho desenvolvido pela Endeavor (http://endeavor.org.br/)

 

Qualidade, prazo e custo

 

Por Renato Filipov, publicado na Revista Moeda Viva (nº 23)

 

Muitas pessoas, de diferentes interesses (alunos, amigos, clientes e familiares), me perguntam frequentemente “quanto custa para desenvolver um determinado software?”. Ou há casos em que a questão chega como “quanto tempo é necessário para se criar tal solução?”. E a resposta quase sempre é: “depende”.

 

Partimos sempre do princípio de que em se tratando de tecnologia, tudo é possível. Costumo dizer que “se o homem chegou à Lua na década de 60, o que não podemos fazer hoje em dia?”. Mas tudo depende, basicamente, de três fatores: qualidade, prazo e custo (ou orçamento). Há uma velha máxima que diz: “rápido, bonito e barato: escolha dois, à vontade”. E o mesmo se aplica para um projeto de tecnologia. Se ele for rápido e de boa qualidade, não sairá barato. Se for rápido e barato, com certeza terá uma qualidade sofrível. E caso seja de alta qualidade a um preço baixo, será preciso de muito tempo para desenvolvê-lo.

 

Como todos prezam por qualidade – não faz sentido investirmos dinheiro, mesmo que pouco, em algo ruim e que só nos fará perder tempo e recursos – podemos escolher entre os outros dois fatores que restam: prazo e custo. Se precisarmos de algo urgente, com um prazo muito apertado, o custo se eleva (pois temos que alocar mais colaboradores e recursos no projeto), e o inverso segue a mesma linha (prazo longo, custo menor). Por isso a resposta quase sempre é “depende”. A chave para determinar o custo de um projeto vai depender do orçamento e expectativa do prazo de cada um, partindo-se do princípio de que todos prezam pela qualidade.

 

Mas muitos ainda não veem dessa forma, utilizando sites prontos, amadores, ou contratando programadores freelancers que cobram até 10 vezes mais barato do que uma empresa sólida e consolidada. Nesses casos, ocorre muito frequentemente de vermos clientes insatisfeitos com a qualidade do produto final, ou ainda que ficaram na mão em relação aos prazos prometidos. Com certeza o produto saiu barato, às vezes quase de graça, mas o prejuízo lá na frente não há como mensurar.

 

A partir de um escopo bem determinado, é relativamente simples estimar e projetar um software. Um mesmo projeto pode custar R$ 5.000, R$ 25.000 ou R$ 100.000, tudo vai depender dos três parâmetros elencados alguns parágrafos atrás. Ou seja, na hora de contratar um novo serviço baseado em projetos, infelizmente não há como fugir da receita “alta qualidade, baixo prazo e baixo custo: escolha dois, à vontade”. Após optar pelos dois ingredientes, fica fácil responder às perguntas que virão em seguida.

Alexandre Loures visita a Máquina PR

Por Mauro Arbex

 

O diretor de comunicação da Ambev, Alexandre Loures, fez, durante quase duas horas, interessante e esclarecedora palestra ontem, seguida de perguntas e debates, no escritório da Máquina em São Paulo. Como sempre acontece quando o Alê, como é conhecido pela equipe da Máquina que atende a Ambev, vem à agência, a redação estava lotada para ouvi-lo.

 

Alê destacou a crescente importância das redes sociais e o seu papel de disseminar ideias e influenciar decisões das empresas e da sociedade. Lembrou que as áreas de comunicação das grandes companhias, como é o caso da Ambev, cada vez mais acompanham a mídia social de perto, em função do impacto e repercussão que informações negativas ou positivas na rede têm sobre a opinião pública. Ele considera que já não se pode fazer uma divisão entre a chamada mídia tradicional e as redes sociais. “Hoje, a mídia é uma coisa só”, afirmou Alê.   

 

O executivo citou exemplos da atual influência das redes sociais, ao mencionar a campanha da Pepsi feita em um fim de semana pela empresa, na qual oferecia uma garrafa de graça a cada outra adquirida pelo cliente. Embora a Ambev tenha direcionado ao varejo equivalente a um mês de estoque para atender a promoção, já no sábado o produto havia se esgotado nas pratileiras, causando protestos irados dos consumidores na rede.

 

A situação só foi revertida após a Ambev montar uma força-tarefa com esclarecimentos na própria rede social.  

 

Para o diretor da Ambev, as agências, como a Máquina, uma das pioneiras no acompanhamento das redes sociais, têm de estar cada vez mais focadas e atentas a esse novo canal de comunicação. Alê considera que as agências têm de estar ainda mais à frente nessa questão.    

 

Ao abrir para perguntas e debates, o diretor da Ambev admitiu, porém, que as redes sociais ainda têm uma influência mais quantitativa do que qualitativa, já que trazem opiniões dispersas e espontâneas, e que o impacto grande em termos de imagem às empresas só acontece à medida que chega à mídia tradicional, como os grandes jornais e redes de televisão. Lembrou também que em geral as empresas só notam ou reagem às redes sociais em momentos de crise.

 

Professor Ferrari, da MSports, dá aula de comunicação corporativa

Ouça a entrevista no MVox, o novo podcast do Grupo Máquina

Por Larissa Purvinni

Luís Ferrari, da MSports, unidade de marketing esportivo da Máquina, acaba de assumir uma nova função. Ele não é técnico, mas já pode ser chamado de professor:  Ferrari é o responsável pela disciplina de Comunicação Corporativa do curso de pós-graduação em  Jornalismo Esportivo da FAAP, em São Paulo.

Como parte da bibliografia, ele adotou o livro de Valdete Cecato e Maristela Mafei, sócia-diretora do Grupo Máquina, Comunicação Corporativa: Gestão, Imagem e Posicionamento (ed. Contexto). Segundo Ferrari, a maioria dos alunos ainda associa o termo “comunicação corporativa” à tradicional assessoria de imprensa. Ou seja: há muito a aprender sobre esse campo bem mais vasto, que inclui participar da construção da imagem das empresas, processo com o qual a associação com o esporte tem muito a contribuir. “O esporte está ligado à educação e a uma vida mais saudável. Cada vez mais, as políticas públicas irão contemplá-lo”, diz o professor.

Por outro lado, o curso mostra que ao menos uma tradição está sendo quebrada: cerca de 60% dos alunos são mulheres, provando que já não existem áreas exclusivamente masculinas quando o assunto é comunicação. Para apresentar o curso, gravamos um podcast com o professor.  Batizado de MVox, o podcast do Grupo Máquina é um novo produto que pode ser oferecido aos clientes da empresa.