O Grupo Máquina na Rio+20

Signatária do Pacto Global, agência e seus clientes se unem ao evento

 

 

A Rio+20, Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, foi um marco importante para a conscientização das empresas, representando um momento de virada para o setor privado brasileiro e internacional: já não basta apenas parecer sustentável, é preciso incorporar de fato a preocupação com o meio ambiente ao negócio e à comunicação.

 

As empresas, junto com a esfera pública e a sociedade civil, são agentes e parceiros fundamentais na resolução dos principais problemas que a humanidade enfrenta, entre eles a pobreza, as mudanças climáticas, a escassez de água, os problemas de infraestrutura e a urbanização descontrolada.

 

O Grupo Máquina PR, primeira agência de PR brasileira a ser aceita como signatária do Pacto Global da ONU, esteve presente ao evento, com uma estrutura especial. O diretor de Imprensa Internacional e Sustentabilidade, Joaquin Mirkin, que foi Coordenador de Comunicação da ONU/PNUD para América Latina em Nova York, comandou os trabalhos de acompanhamento aos clientes da agência que participaram do evento; a Diretora de Operações Logísticas, Marie Racheline Lyn Attia, que trabalhou na Folha de S. Paulo, acompanhou a participação das organizações sociais e os assuntos de interesses social dos clientes do Grupo.

 

Paralelamente à conferência, aconteceram dezenas de fóruns empresarias, como o “Business for the Environment”, uma das principais organizações internacionais para o diálogo sobre soluções e parcerias para o meio ambiente, em que executivos globais e líderes de governo apresentam melhores práticas em sustentabilidade, iniciativa da qual o Grupo Máquina PR foi parceiro.

 

Foi apresentado também na Rio+20 o “Climatescope”, um guia interativo inovador elaborado pelo Fundo Multilateral de Investimentos (Fomin), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em conjunto com a Bloomberg New Energy Finance, cliente do Grupo Máquina PR, para investidores que querem aproveitar as oportunidades que os mercados latino-americano e caribenho oferecem, reconhecendo as boas iniciativas e o desenvolvimento já em prática, e incentivando o avanço do setor de energia renovável na América Latina e Caribe.

 

O Pacto Global das Nações Unidas, a maior iniciativa mundial em sustentabilidade, conjuntamente com a Rede Brasileira do Pacto Global e o sistema de agências da ONU, organizou o “Fórum de Sustentabilidade Corporativa: Inovação e Colaboração para o Futuro que Queremos”, reunindo pela primeira vez 2.700 líderes empresariais, investidores, acadêmicos, funcionários governamentais, ambientalistas e ativistas de base num formato de colaboração e trabalho inovador, conquistando resultados bem concretos.

 

As empresas presentes assinaram 200 compromissos sobre sustentabilidade, 45 CEOs elaboraram um comunicado para os governos contemplando soluções para a questão da água potável e da infraestrutura; 5 Bolsas de Valores, que reúnem 4.600 empresas, se comprometeram a criar uma “Sustainable Stock Exchange” (Bolsa de Valores Sustentável), iniciativa para melhorar a difusão da governança ambiental, social e corporativa e desempenho das empresas cotadas; CEOs de 37 bancos, fundos de investimento e companhias de seguros apresentaram uma Declaração de Capital Natural, voltada para a integração de considerações de capital natural em seus produtos e serviços.

 

As empresas que incorporarem a sustentabilidade ao seu negócio, verdadeiramente como solucionadores desses problemas, ganharão em receita, conquista e retenção de talentos, além de, principalmente, ganhar legitimidade para seus negócios. Do ponto de vista da participação e do engajamento do setor privado, a Rio+20, sem dúvida, constitui um avanço.